sábado, 14 de dezembro de 2013

TEORIA DA PRESIDENTA DILMA RUSSEFF: PISO SALARIAL DOS ACS/ACE " QUEBRARÁ O BRASIL"

A presidenta Dilma Russeff, tentando justificar o fato de não ter apoiado a votação do Piso Salarial dos Acs/Ace em 2013, depois de ser chamada de intransigente e intolerante com a categoria.Explica as razões do governo para não conceder aos profissionais aquilo que é de direito. "Não sou intransigente”. Não sou intolerante. Pelo contrário, eu já tolerei muita coisa. Mas a proposta de criação de um piso salarial para os agentes comunitários de saúde não pode acontecer por que se não o Brasil “QUEBRA". Na opinião da presidenta se isso acontecer, abre-se as porteiras para outras categorias também lutar por seus direitos, desta forma o governo trabalhista manterá a todos castrados, destituídos do direito que rege a constituição. Dilma também diz que já tolerou muita coisa, isso é verdade, o governo não só tolerou, mas vem tolerando as mais diversas reivindicações de estados e município. Mas justiça seja feita, toda a paciência da presidenta Dilma, não tem sido gasta com os trabalhadores públicos, pois no Brasil até hoje, apenas uma classe, os professores gozão do direito a um piso salarial. Mais projetos e mais projetos tem sido enviados para a câmara para socorre estados e municípios falidos que aumentarão em muito os gastos e agora para manter dividas contraídas regular precisão do governo. Mais os verdadeiros funcionários públicos continuaram prestando seus serviços em regime de escravidão, em quando os cargos de confiança, as empreiteiras, os mensalões e mensalinhos em bolçaram os recursos destinados aos mesmo. E as necessidades suplementarem do povo saúde, educação, transporte, salários e infra-estrutura etc, continuaram no faz de conta. Quem quiser entenda a teoria da "quebradeira" os que estão ajudando a gerar recursos, ou os desviadores? Não precisar ser inteligente, destinar recursos para a manutenção dos salários dos trabalhadores é um atestado claro de administração que leva o país a falência.

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