As entidades sindicais e confederações em assembleia conjuntamente optarão por construir um ambiente de dialogo com o legislativo e com o executivo, criando vias de propostas, reuniões, abordagem dos deputados em seus gabinetes ou redutos eleitorais, costurando uma relação tanto com os lideres das instituições, sindicais, associações e federações como com os agentes de saúde.
Os deputados mostraram verbalmente e em plenários, o compromisso com as votações em comissões, coisa que reconhecemos teve seu valor, pois possibilitou chegar onde chegamos, oposição e situação obstruindo pautas importantes para que o projeto recebesse os ajustes necessários para a votação final.
Hoje demostramos nossa indignação com a manobra vil usada pela presidente Dilma para controlar uma debandada geral dos deputados, a favor de votar o projeto do piso, reconhecendo ser uma causa justa para os trabalhadores da saúde chamados de "médicos de pés no chão". Escolheram a covardia, pactos firmados em reuniões secretas, a votar em plenário para que a categoria colhesse ao vivo quem tem compromisso com os trabalhadores.
"Sem medo de errar, afirmo que vergonhosamente o nosso Congresso Nacional é subserviente a Dilma e se ajoelha aos seus pés a hora que ela quiser. A separação dos poderes Legislativo e Executivo contidos na Constituição de 1988, não funciona em Brasília é meramente simbólico, pois lá manda quem pode(Dilma) e obedece quem tem juízo (deputados)." ACSRoberto
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