Precisamente a um ano e seis mês, o prefeito Júlio Lossio prometia aos Agentes Comunitários de Saúde de Petrolina uma ferramenta ultra-moderna um TABLETE, para que executassem suas atividades (Visita Domiciliar) que consiste em cadastrar as famílias, um numero de 150 a 190 domicilio ou 750 pessoas por micro ária. No geral um agente de saúde acompanhar crianças- peso, vacinas, agravos e desenvolvimento. Gestantes- pré-natal. Saúde da mulher, Saúde do homem. Bolça Família- orientação do período de recadastro anual e acompanhamento na unidade de saúde para crianças de 0 á 7 anos, adolescentes até 14 e mulheres até 49 anos cadastrados no (BF). Acompanhamento dos pacientes dos programas de hipertensão, diabetes, tuberculose, hanseníase, planejamento familiar, óbitos, nascidos vivos, internamentos hospitalar, crianças em risco menores de 1 á 2 anos etc.
Tudo isso acompanhado de suas respectivas fichas que são padronizadas pelo Ministério ou Município, os programas tem uma ficha individual para controle mensal. O citado Tablete seria para substituir a "Ficha A" usada pelo ACS para cadastrar e acompanhar as famílias no domicilio, essa leva todos os dados acima citados, mais as informações pessoais da família, do domicílio, econômico, social etc. Atualizada é o maior arquivo de dados de um sistema de informação de um país, supera o (IBGE). Se tivessem implantado esse sistema informatizado em Petrolina, esses dados seriam atualizados em tempo real, em vez de mensal para o executivo.
O maior problema do sistema de informação usado hoje, é a precariedade de material (papel padronizado), o comum é recebermos esse material todo mês, de acordo com a necessidade da micro ária. Petrolina vem tendo dificuldade, em cumprir o básico para as atividades desenvolvidas pelo ACS. As fichas "A" , "B" e "D", mapa de produção, cartão sombra, notificação de nascido vivo, Cartão para acompanhamento da gestante, agravos como diarreia em menores de 2 anos, notificação de desistência da família para receber o acs (temporária), entre outras tem deixado de fazer parte do dia-a-dia das visitas domiciliares. Pasmem o TABLETE nem chegou em nossas mãos.
As vez nós escutamos, que recebemos muito bem para não fazer nada. O nosso salário esta longe de ser o ideal, e as nossas condições de trabalho também. Nós fazemos um trabalho de formiguinha, pequenas atividades que se transforma em forte elo de consolidação do SUS. O minimo de investimento é necessário para dá continuidade ao que já foi conseguido.
Esse tipo de "doação" no caso do TABLETE, e o papel usado para confeccionar essas fichas, tem verba garantida pelo ministério da saúde e demais emendas orçamentaria do município, não entendo porque tanta demora para manter funcionando um serviço enquanto em plantam outro, se é que vão implantar a tal informatização no dia-a-dia dos acs.
por:Maria de Jesus
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostaria de saber sua opnião