Quando o certo torna-se errado e o errado é o certo. Uma palavrinha fora do texto, provou como a imprensa tem poder de perverter e manipular o intendimento das massas. O deputado João Campos elaborou um projeto para contemplar os profissionais da psicologia "Trata-se da retirada do parágrafo único do artigo 3º da resolução 1/99 que proíbe os psicólogos de (ajudar) a homossexualidade, (prestar ajuda) mesmo a homossexuais que queiram (ajuda), ou seja, esse parágrafo estava limitando os estudos e atribuições de um profissional da saúde, fora que o homossexualismo é um fenômeno comportamental que não tem uma definição psicológica pacífica em todo o mundo, ou seja, há psicólogos que acreditam poder ajudar pessoas que queiram ser ajudadas, e é isso que o parágrafo único do artigo 3º da resolução 1/99 vedava. Muitos acreditam que podem ajudar essas pessoas, não curá-las, pois não (rotulam) de doença, mas muitos psicólogos vinham negando atender a esses casos devido a esse parágrafo único que os proibia" .
O clientes de histórico complicado, em um plano hiper-mega valorizados os homossexuais defendidos por ativistas radicais que declaram não ser "doentes", coisa que o projeto nem de longe sugere isso, semienterreçados no projeto e suas intenções e benefícios, tentam vetar por meio da ignorância da sociedade o decreto legislativo em apresso. O tal projeto poderia ter recebido qualquer "rótulo" para ser de fácil entendimento as massas, o que seria isso, informação responsável por trazer dados importantes do texto neste caso, ou etiqueta se fosse um produto.
Ao recebendo um apelido pejorativo de "Cura Gay" automaticamente o decreto sem projeção alguma passou até uma visibilidade astronômica na mídia. E pasmem, aqueles que buscam o apoio da sociedade atribui a mesma a autoria do "rótulo" , ou seja, o povo esta protestando, apoiando um erro de interpretação porque é conveniente para uma minoria. O absurdo foi o "PSDB divulgou na tarde desta quarta-feira (26) nota oficial manifestando publicamente “posição contrária” ao Projeto de Decreto Legislativo 234/2011, chamada equivocadamente de “cura gay”. O projeto, apresentado pelo deputado e pastor evangélico João Campos, filiado ao PSDB de Goiás, tem sido um dos principais alvos dos protestos de rua em todo o País". Esse ultimo destaque deve ser por conta do autor do texto. Já que podemos acompanhar "os alvos dos protestos" e não é hiper-valorizando setor social algum.
O mesmo posicionamento é visto no comentário a seguir sem nem um cuidado ético, acusam o deputado e pastor de " Liderar e estabelecer normas de atuação para os psicólogos" quando é sabido que o decreto apenas visa retirar uma proibição restritiva de um profissional da saúde exercer oficio e divulgar opinião sub pena de incompetência avaliativa penso, essa é a posição clara do Conselho de Psicologia em seus artigos que diz “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades” e “os psicólogos não se pronunciarão, nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”
"Na Câmara, o projeto teve parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos, sob a liderança do deputado e também pastor evangélico Marco Feliciano (PSC-SP). Ele estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual e é contestado pelo Conselho Federal de Psicologia".
A ( CNH) tem por norma votar projetos, surpresa o Projeto do João Campos já estava na pauta de votação a dois meses e pronto com relatória e tudo, a unica coisa que coube a Feliciano foi cumprir o regimento da casa. É o esperado dele como presidente naquela comissão.
A nota do PSDB diz: ainda “O partido entende que a proposta, conhecida como “cura Gay", representa grave retrocesso nos avanços ocorridos no país para reconhecimento pleno dos direitos humanos e contraria resoluções do Conselho Federal de Psicologia e da Organização Mundial de Saúde (OMS), que, desde 1999, rejeitam a classificação da homossexualidade como doença ou desordem psíquica”, diz a nota.
Esse posicionamento do PSDB dirigido a João Campos, seria entendido como preconceituosa, e descabido se fosse em retaliação as posições de outro seguimento. Mas ele é líder da bancada evangélica no Congresso.
Por Maria de Jesus
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