Em seção ontem 14/5 na Câmara dos Vereadores de Petrolina Casa Plínio Amorim, presidida pelo Presidente Osorio Siqueira, Cristina costa e Elias Jardim. Estavam presentes os vereadores Ronaldo Souza Canção, Jose Aílton o Paraíba, Jose Nilton, Adalberto Nunes, Jose Batista, Pedro Filipe, Geraldo da Acerola, Manoel da Acosap. Justificaram a ausência Drº Pérsio, Maria Elena e Alvorlande Com presença maciça dos servidores de Petrolina que estão em greve desde o dia 08/05 oficialmente, cumprindo agenda das mobilizações públicas e cumprindo o regimento interno da casa com a leitura dos requerimentos e defesa e votação dos vereadores relacionados com os mesmos.
Foi franqueada a palavra para o sindicato dos trabalhadores (sindsemp) na pessoa de Mariléia presidente da entidade. Na oportunidade Leia como é conhecida mostrou aos vereadores uma mídia contendo varias fotos de unidades da saúde e da educação em estado de abandono, descaso e negligencia por parte do executivo. Esta mídia vem desmentir o pronunciamento do executivo que acusa os servidores de só estarem de greve por causa das reivindicações salariais, quando é notório que as condições de trabalho nos setores assim como os materiais mais básicos estão em falta, prejudicando a saúde dos servidores e da população que necessitam dos serviço diariamente.
Leia também deu as devidas justificativas para esta pedindo o reajuste salarial digno para os servidores.Todo o executivo já recebeu seus respectivos aumentos de salário com data retroativa a janeiro deste ano de 2013, alguns cargos com 60%.
Para os servidores o executivo quer enviar projeto onde o reajuste será de 7% com data base de janeiro 2014. Excluindo alguns profissionais dos PSF, retirando a gratificação de pó-de-giz dos professores, mantendo servidores abaixo do salário mínimo e etc.
Uma proposta tinha sido entregue ao executivo pedindo 11% da dotação ( um credito orçamentário que permiti ao executivo realizar as despesas públicas) para compeçar o reajuste dos servidores como um todos, sem prejuízo de neuma das categorias. Foi rejeitado.
Agora o (sindsemp) reviu este valor para 7% da dotação, uma proposta que segundo Leia pode ser gasto com a folha sem colocar em aleta a tão famigerada Lei de Responsabilidade Fiscal vigente no município e que só é lembrada quando é para justificar as reindivindicação dos servidores.
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