A primeira estrofe do hino, as demais esta nas comunidades na instituição é digno de nota dizer que não é ético transcrever o resto, pois é por muito ofensivo.
" E Med!, E Med!
E Med Petrolina!
Comendo um bode assado.........as meninas.
Bebemos como loucos........ como poucos, ao
final da noite fazemos mais um mais".
Repercute nas redes sociais uma aberração a letra de um hino para animar um evento esportivo, criada em uma Universidade Federal. Segundo posts em face, portais de noticias e etc. neste final de semana jovens da UNIVASF, uma das extensões para o curso de medicina no sertão pernambucano participavam de uma competição esportiva nas dependências da instituição quando resolveram entoar hinos para incentivar seus times. Ate ai nada estranho, é normal e faz parte da atividade criativa incentivar essas manifestações liricas.
A questão virou tema controverso nas redes sociais quando os versos de um hino cantado por uma das torcidas organizadas provocou indignação nas mulheres e homens de bom senso, infelizmente o repudio é justificado pois a letra é preconceituosa e desrespeitosa.
As expressões pejorativas reação pensamentos machistas e fazem apologia a violência sexual contra as mulheres.
Existe um agravante nesta história recentemente uma aluna do curso de enfermagem foi assassinada no restaurante da instituição por um ex-namorado.
Algumas entidades já manifestaram seu repudio ao citado hino entre elas o DCE, o Reitor da Universidade e o projeto Mulheres Populares do Vale do São Francisco enviando cartas aos meios de comunicação em protesto ao ato irresponsável da torcida do "Atlético Carranca".
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