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| Petrolina enfrente aos gabinetes dos deputados com representante da CONACS |
" Não sei se estou errada, mais essa semana percebi que muitos colegas entenderam que estamos em guerra. E por isso não podemos nos ferir com fogo amigo".
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| Auditório Irineu Lima |
Quem estava em Brasilia viu bem isso, em quanto a coordenação da conacs representada pela doutora Elaine pedia calma, pé no chão, trabalho interno nos gabinetes etc, os agentes de saúde ali reunidos queriam ação, sair as ruas, por não intender o efeito provocado por está enfrente a gabinetes vazios e conversas com assessores de deputados, em quanto os prefeitos era recebidos pessoalmente ou falavam por telefone com Eles. Já no final da tarde quando ficou claro que não haveria votação, como foi acordado pelos lideres políticos aliados dos agentes de saúde e o presidente da câmara Henrique Alves no dia 23/10 a conacs entendia que devíamos ficar no auditório esperando a equipe de negociadores voltar com a proposta do Governo.
Se existir fogo amigo, é consequência do mal posicionamento da tropa. Estamos em guerra e os lideres regionais precisava está todos bem posicionados, onde estavam, que tipo de apoio estão dando a conacs? Descordar de estrategia e métodos de ação em uma guerra não é errado, é antes de tudo, uma politica de melhoramento, assim não morre o pelotão de frente e os de apoio que vem atrás e a guerra não é perdida.
Uma coisa positiva que vir, esses sete anos tem fortalecido e amadurecido as lideranças, criando novas responsabilidades, fortalecendo o espirito de luta dos agentes de saúde, talvez um pouco contido, mais presente. O que alimenta nossa esperanças é saber que novas lideranças estão surgindo forjados no calor da guerra, preenchendo lacunas claramente deixa pelos perdas que são consequências do período prolongado da luta.


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