O Tema do Programa falar das dificuldades enfrentadas por profissionais no desenvolvimento das atividades quando o assunto envolve perseguição por parte dos "chefes" ou "coordenadores".
sabemos do curto espaço que é destinado para esses debates ao vivo, quero registrar a postura do colega por relatar sua experiencia e realidade, que faz eco no dia-a-dia da categoria e por se dispô a participar deste quadro no programa e fazer conhecido essa atividade para pessoas que muitas vezes nem recebe a nossa visita por não dá importância a grande contribuição social oferecida por atividades tão singelas mais que faz uma grande diferença no dia-dia das pessoas, quando somos os únicos profissionais da saúde dispostos a aparecer nas residências com informações de utilidades gerais.
O Brasil tem mais de 300 mil agentes comunitários de saúdes e de edemias com atividades distintas e comuns em alguns casos espalhados por todos os Estado da Confederação, nestes últimos 20 anos nossas atividades vem sofrendo vários ajuste, infelizmente não os necessários, com o objetivo de adequar nossos valorosas e destacados privilégios que são: está em todos os domicílios sem distinção de condição social, econômica, racial, credo ou opção afetiva e poder falar os diversas dialetos usados na comunicação para esses grupos distintos, informando, afirmando e reafirmando os muitos serviços ou desserviços ofertados pelo SUS, demais órgãos públicos e particulares .
As nossos maiores dificuldades está exatamente em desenvolver atividades educativas compatíveis com uma demanda de necessidades tão mista. Tem árias ou cidades que recebem recursos e investimentos do governo mais as pessoas são ignorantes no cuidado e manutenção desses benefícios, já outros não recebem nada dos governantes e nem sabem que podem luta por seus direitos por não terem informações de como exerce cidadania na sua comunidade.
Os políticos veem nosso potencial de cabo eleitoral privilegiado e em vez de aprovarem leis que dê dignidade a nossa classe por um serviço legitimo, se valem dessa pratica da intimidação funcional para manter comunidades inteiras na mísera e servidores no cabresto. O bem estar da coletividade tem sido um grande desafio para esses profissionais sem capacitação técnica, sem material adequado, sem reconhecimento profissional, desvalorizado nos Municípios que atuam, no Estado por não ter politicas que garantam o minimo de segurança laboral e pelo federal que se esquiva de garantir e prover leis e recursos reais para manutenção da categoria.
Resta a esperança que pequenos gestos como esse apresentados no programa venha sensibilizar e chamar a atenção para nossa realidade. Os agentes de saúde pedem um SOS URGENTE.
O Jornal dos Agentes de Saúde do Brasil
Por: Maria de Jesus

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