As portas fechadas da Casa Plínio Amorim nesta quarta-feira (28) surpreenderam a população, os funcionários e os próprios vereadores. Havia rumores de que as atividades estariam suspensas devido à ocupação do Movimento “Resistência Petrolina”, que está acampado no local desde a tarde de ontem (27) em protesto contra o arquivamento das duas CPIs.
De acordo com um dos integrantes do movimento, Leonardo Monteiro, não há motivo para paralisar o expediente da Câmara, já que o grupo ocupa apenas o plenário, o que não prejudicaria o funcionamento da Casa.
“A gente não tem intenção de parar as atividades da Câmara de Vereadores. Eles fecharam as portas cedo para que ninguém mais entrasse ou trouxesse alimentos para nós. Até uma vereadora foi barrada. Às 12h, o portão foi aberto, mas fechado uma hora depois. Segundo os guardas, é comum fechar a Casa às 13h nos dias em que não há sessão ordinária”, informou.
Um grupo de 15 pessoas está acampado na Câmara e pede que a população contribua com alimentos e água. A ideia é permanecer no local até que a CPI do Traumas e a do São João sejam reabertas.
“As duas investigações são importantes. É dinheiro público, precisamos de explicações”, destacou Leonardo.
BLOG do Carlos Brito
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