Discente: José Renato Paulino de Sales
Preceptora: Enfªs.Valéria Oliveira Numes
Supervisora: Prof ª. Mcs. Rafaela Santos de Melo
Tecnica: Margarete
Drª: Ana Marcela
ACS: Ana Paula, Ana Maria, Edinalva, Fredisom, Luzinete, Marinalva e Maria de Jesus
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR – ÁRIA 01- GESTANTES
Gestantes por faixa etária números %
10 a 19 09 24
20 anos e mais 28 56
Fonte consolidado na ficha d – secretaria de saúde de Petrolina – Mac 2012 – ssa2
A gravidez na adolescência é referida por alguns estudiosos como um problema de saúde pública em nosso país, principalmente na faixa etária da adolescência, pois ela a (gravidez) oferece risco de vida no período que é conhecido como obstétrico, como também o neonatal (Levandowski, Piccinini, Lopes 2008). É nesta perspectiva que os profissionais devem atuar com o intuito de orientar esse público tão vulnerável.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR – ÁRIA 01 POR ESCOLARIDADE/ ALFABETIZADO
Escolaridade/ Alfabetizado Número %
7 a 14 anos na escola 256 91,10
15 e mais alfabetizados 1.184 93.23
Fonte consolidado na ficha A – SSA2 – Secretaria de saúde de Petrolina 2011
De acordo com os dados na tabela, conclui- se que 91.10 % estão matriculados na escola entre, 7 e 14 anos faixa etária coberta pela obrigatoriedade institucional e pelos programas de transferência de renda como o bolsa família. E 93.23 % da população de 15 e mais se declaram alfabetizados ou são (Analfabetos funcionais). Consideramos positiva essa informação, pois pessoa alfabetizada compreende melhor as informações transmitidas pelos profissionais de saúde.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR – ÁRIA 01 POR TRATAMENTO DA ÁGUA
Tratamento de água por domicilio número %
Filtrada 342 70.08
Fervura 4 0.81
Cloração 12 2.46
Sem
Tratamento 138 26.64
Fonte: Consolidado da ficha A – Secretaria de Saúde de Petrolina – SIAB 2011
Nota escrita: A realidade descrita nos números é que a maioria dos atendimentos está relacionada a doenças como parasitose intestinal, hepatite A, cólera, ascaridíase que sempre foi um caso de saúde pública no Brasil. Devido á carência de saneamento básico e medidas pessoais de higiene (Castro, Viana, Penedo e Donatel, 2004)
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR ÁRIA 01 POR TIPO DE CASA
Tipo de casa Número %
Tijolo/Adobe 482 98.66
Taipa Revestida 4 0.82
Taipa não Revestida 2 0.41
Madeira 0 0
Madeira Aproveitável 0 0
Outros 0 0
Fonte: consolidado da ficha A – Secretaria de Saúde de Petrolina – 2012 SIAB
A pobreza e a miséria atingem grande parte da população brasileira e, com isso, doenças simples de se prevenirem ou de se curarem ainda possuem elevados índices de incidência e prevalência.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR - ÁREA 01 POR DESTINO DAS FEZES/URINA.
Destino Fezes/Urina Número %
Sistema de Esgoto 15 3.07
Fossa 461 94.4
Céu Aberto 12 2.46
Fonte: Consolidado da ficha A - Secretária Municipal de Saúde de Petrolina 2011- SIAB.
Na tabela, percebemos pelos dados observados, que a população não faz um destino correto das fezes o que pode acarretar na transmissão de doenças infecto-parasitárias.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR - ÁREA 01POR ABASTECIMENTO/ÁGUA.
Abastecimento de Água Número %
Rede Pública 485 99.39
Poço ou Nascente 2 0.41
Outros 1 0.20
Fonte: Consolidado da ficha A - Secretária Municipal de Saúde de Petrolina 2011- SIAB.
A tabela mostra que 96% da população possuem abastecimento de água através da rede pública. 3% correspondem a outros meios.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR -Avelar - ÁREA 01POR DESTINO DO LIXO.
Destino do lixo Número %
Coleta pública 432 88.52
Queimado/enterrado 48 9.84
Céu aberto 8 164
88,52% da população contam com o serviço de coleta pública do lixo, apesar de ainda haver um grupo que queimam/enterram o lixo – 9,84% ou deixam a céu aberto – 1,64%.
Isso faz com que haja a proliferação de doenças infecto-contagiosas, tais como: ascaridíase, cólera e hepatite A.
Fonte: Consolidado da ficha A - Secretária Municipal de Saúde de Petrolina 2011- SIAB.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR – ÁREA 01 POR REDE ÉLETRICA.
Número %
Energia Elétrica 469 100
Fonte: Consolidado da ficha A - Secretária Municipal de Saúde de Petrolina 2011- SIAB.
Quanto ao abastecimento de energia elétrica, 100% da população têm fornecimento de energia elétrica em suas casas.
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO BAIRRO DOM AVELAR – ÁREA 01 POR DOENÇAS.
Doenças Número %
Alcoolismo 2 1
Chagas 0 -
Deficiência Física 13 4
Diabetes 70 19
Epilepsia 0 5 1
Hipertensão 255 69
Hanseníase 13 4
Tuberculose 0 -
Malária 0 -
Deficiência Mental 0 -
Fonte Consolidado da ficha A e D - Secretária Municipal de Saúde de Petrolina 2011- SIAB. SSA2 - Março 2012
¢ A Hipertensão arterial sistêmica e o Diabetes Mellitus representam dois dos principais fatores de risco, contribuindo decisivamente para o agravamento deste cenário em nível nacional.
¢ È devido a essas altas taxas que a ESF vem com o objetivo de controlar, orientar, detectar e prevenir, bem como tratar as pessoas que já possuem as patologias.
¢ No Brasil, apesar da redução drástica no número de casos, de 19 para 3 doentes em cada 10.000 habitantes, a hanseníase ainda se constitui em um problema de saúde pública o que exige uma vigilância resolutiva (BRASIL, 2001).
¢ As ações preventivas, promocionais e curativas que vêm sendo realizadas com sucesso pelas equipes de Saúde da Família, já evidenciam um forte comprometimento com os profissionais de toda a equipe. Este comprometimento, no entanto, exige profissionais de saúde capacitados para lidar com todos esses aspectos (BRASIL, 2001).
CONCLUSÃO
¢ Diante dos resultados, esse estudo permitiu o reconhecimento do perfil epidemiológico dos usuários atendidos pela ESF I, II, III e IV da AME Leonor Elisa;
¢ Subsídio importante para o planejamento e execução de ações;
¢ Sugestões:
¢ Lançar mão da EDUCAÇÃO EM SAÚDE;
¢ Foco em grupos específicos: Homens/adolescentes, Gestantes adolescentes, HAS, DM, HANSEN e crianças;
MENSAGEM FINAL
"As melhores coisas da vida não são aquelas que dura a vida toda, mais aquelas que temos vontade de lembrar por toda a vida."
"As melhores coisas da vida não são aquelas que dura a vida toda, mais aquelas que temos vontade de lembrar por toda a vida."
REFERÊNCIAS
1. ______. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Hipertensão arterial sistêmica para o Sistema Único de Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
2. ALENCAR, T. AME Leonor Elisa atinge marca de mais de 26 mil atendimentos. Petrolina: Abr, 2011. Disponível em: http://www.petrolina.pe.gov.br/2010/noticia_21. Php?Id=1297 Acesso em: 01 jun. 2011.
3. BYDLOWSKI, C. R.; WESTPHAL, M. F. PEREIRA, I. M. T. B. Promoção da Saúde. Porque sim e porque ainda não! Saúde e Sociedade cidade? V.13, n.1, jan-abr 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/sausoc/v13n1/03.pdf Acesso em: 07 de jun 2011.
4. CASTRO, A. Z; VIANA, J. D. C.; PENEDO, A. P. e DONATEL, D. M.; Levantamento das Parasitoses Intestinais em Escolares da Rede Pública na Cidade de Cachoeira de Itapemirim – ES. NewsLab - edição 63 – 2004.
5. CONASS. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Nota Técnica. Brasília, 2009. Disponível em: < http://www.conass.org.br/arquivos/file/nt_072009.pdf>. Acesso em: 02 Jun. 2011.
6. CRIA SAÙDE. Eczema. Disponível em: < http://www.criasaude.com.br/N4129/eczema.html>. Acesso em: 13/04/11.
7. LEVANDOWSKI, D. C.; PICCININI, C. A. and LOPES, R. C. S.; Maternidade adolescente. Estud. psicol. (Campinas) [online]. 2008, vol.25, n.2, pp. 251-263. ISSN 0103-166X.
¢ BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (Princípios e Diretrizes). Brasília, maio de 2009.
¢ 9. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Controle da hanseníase na atenção básica: guia prático para profissionais da equipe de saúde da família / Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Departamento de Atenção Básica; elaboração de Maria Bernadete Moreira e Milton Menezes da Costa Neto. – Brasília: Ministério da Saúde, 2001
¢ 10. MALFATTI, C. R. M. et al.; Perfil das gestantes cadastradas nas equipes de saúde da família da 13ª Coordenadoria Regional de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul. Texto contexto - enferm. 2006, vol.15, n.3, pp. 458-463.
¢ 11. NASCIMENTO, C. D.; Perfil epidemiológico de usuários da área de abrangência de uma unidade de saúde da família. Revista Saúde e Pesquisa. Set./dez. 2008. V. 1, n. 3, p. 247-249.
¢ 12. RAMOS, Maria Iraci Cabianca et al. Análise de dados sócio-econômicos e sanitários de famílias residentes no distrito-sede de Botucatu (São Paulo, Brasil), em 1969. Rev. Saúde Pública . 1973, vol.7, n.2, pp. 161-179.
¢ 13. SILVA, L.; TONETE, V. L. P.; A gravidez na adolescência sob a perspectiva dos familiares: compartilhando projetos de vida e cuidado. Revista Latino-Americana de Enfermagem. São Paulo, v.14, n.2, p.199-206, 2006
¢ 14. Fonte: Consolidado da ficha D - Secretária Municipal de Saúde de Petrolina - Março 2012 – SSA2
¢ 15. Fonte: Consolidado da ficha A - Secretária Municipal.
BLOG DO ACS
Maria de Jesus
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Parabéns pelo trabalho sou ACS do rio de janeiro e estou fazendo um estudo da minha área, achei o trabalho de vocês bem resumido e especifico com certeza usarei como base no meu projeto ! Obrigado
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