Para aqueles que não frequentam as Igrejas Evangélicas é difícil pensar em um conceito de moda para esse grupo de pessoas, que até pouco tempo era distinto no vestir e invisível para o mercado globalizado. No meio Pentecostal/Tradicional esta palavra MODA raramente era usada para definir um estilo do crente.
A visão geral era de mulheres cobertas com roupas abaixo do joelho, cabelos longos em um coque ou tranças, sem maquiagem independente da idade. A ordem era combinar simplicidade com submissão. Com pesquisas feitas por instituições como a Fundação Getúlio Vargas e com o suporte do economista Marcelo Neri que detalhou " O Mapa das Religiões" e mostra o aumento de 17,72% para 21,59% no período de 2003 a 2009 dos jovens no meio evangélico, quando comparado com o índice geral de crescimento do seguimento de 16,2% para 17,8 da um noção do potencial econômico deste grupo. As empresas que trabalham com esse seguimento estão buscando compreender a preferencia dos grupos tradicionais e os neo-pentecostais que tem uma visão mais liberal em relação a costumes mais tradicionais. Criar peças que agrade essas diferenças é um desafio para os comerciantes de roupas e assessórios.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Gostaria de saber sua opnião